Galeria samba na SP-Arte

23/ago

 

Galeria carioca apresentará projeto solo do artista mineiro Washington da Selva, que trata dos contrastes entre a zona rural, a cidade urbana e a cultura digital. A galeria carioca samba arte contemporânea participará pela primeira vez da SP Arte – Rotas Brasileiras, que será realizada de 24 a 28 de agosto, na ARCA, galpão industrial localizado na Vila Leopoldina, São Paulo, SP. A galeria apresentará o projeto solo “Origem”, com obras recentes e inéditas do artista mineiro Washington da Selva, incluindo a série “Lastro”, premiada no 8° Prêmio Nacional de Fotografia Pierre Verger na categoria Questões Históricas. Em Lastro, o artista retrata pessoas empunhadas com ferramentas de trabalho do campo.

 

Sobre o artista

 

Washington da Selva (Carmo do Paranaíba, 1991) é artista visual e pesquisador. Possui mestrado em Artes, Cultura e Linguagens e bacharelado em Artes e Design, ambos pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Combina diferentes práticas artísticas como: fotografia, desenho, performance, web arte e processos têxteis. Foi artista residente no Lab Cultural 2021, BDMG Cultural, participou da residência Esculturas Públicas e Arte na Terra (2021), Associação Carabina Cultural. Em 2021, foi contemplado com o Prêmio DASartes e o 8º Prêmio Nacional de Fotografia Pierre Verger, sendo, ainda, finalista no 1º Prêmio de Fotografia Adelina.

 

 

 

Coletiva da Galatea na SP-Arte

 

 

A Galatea anuncia sua participação na SP-Arte Rotas Brasileiras, que acontecerá na Arca, entre os dias 24 e 28 de agosto. O projeto apresentado será “Tramas brasileiras”, que consiste em uma coletiva de artistas brasileiros que lidam em suas obras com composições geométricas construídas a partir da trama, da grade, do grafismo e do monocromo.

 

A arte produzida no Brasil na segunda metade do século 20 foi marcada pelo protagonismo da abstração geométrica e do construtivismo, algo que moldou o rumo da história da arte brasileira de forma definitiva, com reflexos até os dias de hoje. Sendo o construtivismo brasileiro da década de 1950 ainda fortemente vinculado às vanguardas europeias que propiciaram seu surgimento, apenas na virada para a década de 1960 que passou a acolher experimentações para além das geometrias, incorporando questões da vida cotidiana, da cultura e da realidade brasileira. Ainda assim, toda a rica e complexa produção artística indígena de base geométrica passou à margem dos interesses de grande parte dos artistas concretos e da crítica da época, sendo os artistas Aluísio Carvão e Ivan Serpa duas das poucas exceções.

 

Partindo da possibilidade de diálogo e fricção entre a tradição geométrica de povos indígenas brasileiros e o concretismo que marcou a arte brasileira dos anos 1950, o projeto pretende apresentar trabalhos que lidam com abstrações, geometrias, tramas, grafismos e monocromos em suas composições, justapondo e relacionando formalmente artistas da segunda metade do século 20 com contemporâneos, passando também por artefatos indígenas dos povos Asurini, Baniwa, Juruna, Kadiweu, Kaiapó, Tukano e Waujá. Em exibição obras de nomes como: Abraham Palatnik, Aislan Pankararu, Alfredo Volpi, Aluísio Carvão, Bruno Baptistelli, Bu’ú Kennedy, Carol Cordeiro, Celso Renato, Décio Vieira, Frans Krajcberg, Ione Saldanha, Ivan Serpa, Jaider Esbell, Joaquim Tenreiro, Judith Lauand, Luiz Hermano, Lygia Clark, Marcos Coelho Benjamin, Mestre Didi, Mira Schendel, Montez Magno, Raymundo Collares, Rubem Ludolf, Rubem Valentim, Sergio Camargo, Tunga, Ubi Bava, entre outros.

 

Iatã Cannabrava em exposição

22/ago

 

 

Série de fotografias de Iatã Cannabrava estará em cartaz a partir de 27 de agosto na Casa da Imagem/Museu da Cidade, Sé, São Paulo, SP, obedecendo curadoria de Rubens Fernandes Junior. A exposição denominada “Uma outra cidade, Um outro tempo” permanecerá em exibição até 23 de outubro.

 

A palavra do curador

 

Há mais de 40 anos o fotógrafo Iatã Cannabrava documenta cidades brasileiras e latino-americanas. Seu interesse é geral – centro, periferia e patrimônio histórico -, mas sua vivência política levou-o para os territórios limítrofes do espaço urbano. Era ali que pulsavam novas polifonias, outras visualidades policromáticas e alguns movimentos culturais de resistência. Tudo parecia estar em constante movimento. Pura transformação que estimulava seu processo criativo na direção de uma poética visual para esses espaços periféricos. Esquecidos e desconhecidos. A fotografia documental, que praticamente acompanha o fotógrafo em toda a sua trajetória, é um registro que reproduz o visível e mantém forte conexão com a história e a memória. Desse modo, é inegável a importância da exposição Uma outra cidade/Um outro tempo, que reúne um conjunto de fotografias impregnado de relações afetivas, de inquestionáveis densidade e referência sociocultural. Um inventário articulado, com múltiplas expressões, emerge desses espaços fervilhantes de signos desordenados que desafiam os padrões dos poderes centralizados. Mais do que uma investigação visual, Iatã estabeleceu como meta a construção de um arquivo cuja principal estratégia era produzir memória para a população periférica abandonada pelo poder público. Desassistidas de projetos que atendam minimamente as demandas de habitação, educação, saúde pública e saneamento básico, essas comunidades se organizaram numa intricada e sofisticada rede de acesso. A Casa da Imagem/Museu da Cidade de São Paulo abre seu espaço para que possamos refletir, discutir e compreender essas narrativas distantes das hegemônicas, possibilitando novos e diferentes olhares para as fotografias de Iatã Cannabrava. Uma fotografia não idealizada, realizada sem intervenção e de muita proximidade com os cidadãos em seus espaços privados. Sem excentricidades, pois nesses territórios a vida acontece.

 

 

Novíssimo Edgar

18/ago

 

 

A Gentil Carioca, Rio e São Paulo, anuncia a representação do multimídia e artista plástico Novíssimo Edgar. Sua obra transborda autenticidade e liberdade, passando por diversos suportes e segmentos de pesquisas de metalinguagens e transmídia. Existem dimensões ritualísticas na sua produção, passando ainda por temas atuais, como a violência e o cenário político brasileiro. Em algumas de suas obras trabalha o sincretismo juntando influências da cultura iorubá e técnicas da numerologia Russa. Futurismo indígena e a diáspora negra fazem de seu repertório de pesquisa e experiências uma imersão em um universo específico e indomável.

 

Sobre o artista

O poeta, artista plástico, compositor, e performer nasceu na periferia de Guarulhos, São Paulo, em 1993. Seu interesse pela arte começou na infância, incentivado pela sua mãe – Dona Maria, a elaborar esculturas, desenhos e pintura sobre azulejos. Edgar é um ser nada mimético, milimétrico ou métrico e sim semiótico, semi-nu e cru. Artista multimídia que trabalha com todo tipo de material ancestral e tecnológico, produz pinturas, cria instalações, performances, desenhos, compõem músicas, inventa jogos de cartas, escreve livros, produz filmes, games e NFTs. Em 2022, integrou as coletivas “Naokada” e “Raio a Raio” no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, a segunda em parceria com o Solar dos Abacaxis. Também participou da coletiva “A Trama da Terra que Treme” na galeria A Gentil Carioca de São Paulo e realizou a performance “Armadura” em Lausanne, na Suíça. Além da parceria musical com Elza Soares, tem participações com João Donato, Céu e Baiana System. Ganhou dois prêmios como artista revelação no ano de 2018, pela SIM e pela APCA, e recebeu o prêmio Zumbi dos Palmares da Legislação de São Paulo pela sua influência na luta anti-racista em 2019. Recentemente, assinou a direção de narrativa e trilha sonora de um game e um longa metragem da diretora dinamarquesa Sissel Morell Dargis.

 

A palavra de Paulo Paes

Hoje, a intensa navegação sedentária na rede, expõe o navegante a fluxos violentos de informação classificada que precisam de resolução poética para serem usadas no dia a dia. É neste destrinchar permanente que se assemelha cada vez mais as práticas alquímicas artesanais que transita o artista, entre o material e o virtual, plástico e palavras, convertidos aos sistemas binários para serem consumidos, quase como carne, numa oferenda fetichista. Proteína para um novo ciclo de milagres entre inspirar e expirar, dólares e amores, navegar sem perder o tempo do bit.

 

 

Coleção de bichos contemporâneos e atemporais

17/ago

 

 

A Belizário Galeria, Pinheiros, São Paulo, SP,  exibe – “A Arca de Noé/A Bicharada” – primeira exposição que inaugura o projeto – “Porão da Belizário”. A curadoria das ações do novo espaço é assinada pelo jornalista, fotógrafo, consultor e curador independente Renato De Cara. O conceito do curador para o “Porão” é o de proporcionar uma maior amplitude de artistas e obras ao público que vai à galeria incentivando o contato com novas formas de criação, um dos propósitos básicos da Belizário desde seus primeiros dias. A convivência e a aceitação de novas formas de arte e criatividade necessita de estímulos, desafios e constância.

 

Em sua primeira mostra, Renato De Cara traz uma coletiva com 16 artistas – Ariel Spadari, Arivânio Alves, Charles Cunha, Ciro Cozzolino, Daniel Malva, Delfina Reis, Francisco Maringelli, Gilles Eduar, Lucas Lenci, José Raimundo, Rosa Hollmann, Suellen Estanislau, Ulysses Bôscolo, Vitor Mizael, Vinicius Flores, Wagner Olino – que utilizam suportes variados como pintura, escultura, fotografia e gravura.

 

No conceito selecionado, a liberdade criativa da arte permite questionamentos improváveis. “Consideremos Deus arrependido no mito da Arca,  o bicho-homem e as bestas. Aquele acúmulo de animais com a missão de perpetuar as raças. No ainda aguardado fim-do-mundo, onde predicados, gêneros e hegemonias são questionadas, a quem deveríamos poupar?”, pergunta o curador.

 

Mesmo que o momento presente nos induza a ter respostas não muito positivas à pergunta proposta, pois como diz Renato De Cara, “…pensamos a todo instante no quanto a humanidade não deu certo. Mas vejamos o quanto tudo isso é relativo. A civilização, não podemos negar, muito se desenvolveu técnica e cientificamente até aqui”. A arte e a ciência são provas latentes de que vivemos melhor e podemos ser pessoas melhores. As obras escolhidas nos brindam com uma profusão de cores e formas que enlevam o espírito lembrando o lado positivo da natureza, fonte de toda a beleza em formas modelares.

 

Citando um pouco os trabalhos presentes, na linha costurada pelo curador para unir artistas criativos tão distintos e relevantes em suas variantes técnicas, unindo linguagens mais populares e contemporâneas, além de peças cedidas por colecionadores, obras ousadas, às vezes consideradas mais “ingênuas” de Arivânio Alves (CE), José Raimundo (MG), Suellen Estanislaw (PR) e Vinícius Flores (SC) travam diálogos com Wagner Olino, Vitor Mizael, Ariel Spadari, Charles Cunha e Daniel Malva com linguagens contemporâneas entre desenhos, taxidermia, uso de aplicativos, fotografia  e escultura, enquanto Delfina Reis, Gilles Eduar e Rosa Hollmann trabalham em um universo quase infantil. Com uma linha mais clássica, as fotografias de Lucas Lenci e as pinturas de Ulysses Bôscolo compõem uma unidade visual com as esculturas em bronze de Francisco Maringelli e as pinturas, representativas da “Geração 80”, de Ciro Cozzolino.

 

“A Arca de Noé/A Bicharada”, através da criatividade, técnica e sensibilidade dos artistas convidados, apresenta uma coleção de bichos contemporâneos e atemporais. Como define Renato De Cara, “…cada narrativa procura estabelecer lembranças e sugestões para nos manter ainda em contato com a fauna tradicional. Licenças poéticas para o casting de uma arca repleta, onde casais, singles, e outras relações possam conviver em harmonia”.

 

Sobre o curador

 

Renato de Cara nasceu em Lins, SP, 1963. Vive e trabalha em São Paulo. Bacharel em Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica – PUC/SP (1985). Interessado em cultura, especializa-se em arte e moda contemporânea, produzindo, escrevendo, editando e fotografando para marcas e veículos de comunicação. Entre 2006 e 2017, dirige a Galeria Mezanino, respondendo pela produção e curadoria de inúmeras exposições, tanto individuais como coletivas fazendo com que o espaço se consolide como um celeiro para novos nomes e também de resgate para artistas em meio de carreira, cruzando linguagens e propondo novas abordagens no mercado de arte contemporânea. Assumiu em 2018 a Diretoria do Departamento de Museus municipais de São Paulo, coordenando quinze espaços museológicos e históricos, construídos entre os séculos XVII e XX. Atua como curador independente e consultor de arte, acompanhando artistas em parcerias com diversas instituições culturais.

 

Abertura: 20 de agosto, sábado, das 14h às 18h.

Período: de 22 de agosto a 08 de outubro.

 

Homenagem na Ocupação Itaú Cultural

16/ago

 

 

A grande atriz brasileira Tônia Carrero é a homenageada na Ocupação Itaú Cultural, Avenida Paulista, São Paulo, SP. A exposição conta com destaques sobre a vida e a obra da atriz, e permanecerá em cartaz até 06 de novembro.

 

Através de fotos, vídeos, textos, documentos e demais objetos, a Ocupação contempla várias facetas da homenageada: da imagem de diva ao profissionalismo, da inteligência ao humor delicado, da sofisticação ao enfrentamento (da Censura da Ditadura, por exemplo). E, em especial, ressalta-se um de seus principais traços: a alegria de ser atriz, de surpreender a plateia, de renovar sempre as emoções (as suas e as dos espectadores).

 

Fortes D’Aloia & Gabriel – Galpão

 

 

A Fortes D’Aloia & Gabriel – Galpão, Barra Funda, São Paulo, SP, apresenta no dia 20 de agosto, “Tragédia!”, exposição coletiva com curadoria de Raphael Fonseca incluindo obras de Adriana Varejão, Anderson Borba, Carla Chain, Felipe Abdala, Gabriela Mureb, Gilson Plano, Ivens Machado, Lucas Emmanuel, Mateus Moreira, Mayana Redin, Renato Pera, Rivane Neuenschwander e Sonia Andrade.

 

A mostra joga de forma não-linear com os elementos que compõem a tessitura de três fatos históricos – um terremoto na cidade de Mogi Guaçu em 1922, a ansiedade pelo modernismo e a tensão em torno das eleições presidenciais de agora. Aproximando-se dos absurdos pop que a palavra “tragédia” pode evocar, os mais de 30 trabalhos expostos versam sobre um mundo que, quando olhado em detalhe, nos convida a observar suas rachaduras e gozar de seu caráter trágico.

 

Introdução à Arte Contemporânea com Julia Lima

10/ago

 

 

A história da arte é uma disciplina que vem sendo constantemente revisada e reescrita. No entanto, a produção contemporânea – por seu volume, pela velocidade de mudança, pela proximidade do tempo – é o recorte talvez de mais difícil acesso pelo público.

 

Em discussão nesse curso introdutório de três aulas a produção artística atual a partir de perguntas que buscam ajudar a entender o que é arte contemporânea, o que a diferencia da arte moderna, e como chegamos até ela, passando pelos principais nomes que marcam a virada contemporânea, como Marcel Duchamp, Jackson Pollock, Yayoi Kusama e Louise Bourgeois.

 

A partir desta introdução, o participante terá um breve panorama dos momentos e movimentos que desenharam a história da arte no século 20, pavimentando um caminho pera melhor ler, interpretar e compartilhar a arte contemporânea.

 

Julia Lima é curadora independente, pesquisadora e tradutora especializada em ensaios na área de artes visuais. Também atua como crítica de arte, professora de história da arte e no acompanhamento de artistas.

 

As aulas acontecem presencialmente na Simões de Assis, Rua Sarandi, 113 A, Jardins, São Paulo, SP, nos dias 15, 22 e 29 de agosto.

 

 

A arte cinética de Dario Perez-Flores

09/ago

 

 

A Galeria Espaço Arte MM, Jardim Paulista, São Paulo, SP, apresenta até 20 de agosto a exposição “Chromatique en série”, do artista cinético Dario Perez-Flores, exibindo pinturas e uma nova série de obras que nos inserem em um universo de cores e movimentos.
O artista venezuelano Dario Perez-Flores, mestre da arte cinética, apresenta pinturas produzidas a partir do final da década 1980 e uma nova série de trabalhos, em metacrilato, que salientam um elemento tão presente nas produções do artista: a cromática. A curadoria é da Galeria Espaço Arte MM e o texto de apresentação é assinado pelo crítico de arte Jacob Klintowitz.


Novidade na Gomide&Co

 

 

A galeria Gomide&Co, São Paulo, SP, participa a representação de Luiza Crosman.

 

Sobre a artista

 

Luiza Crosman nasceu em 1987. Vive e trabalha em São Paulo. Em 2008, formou-se em Design Gráfico pela PUC-Rio, no Rio de Janeiro. Entre 2012 e 2014, realizou mestrado em Artes e Cultura pela UERJ – Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Em 2017, concluiu pós-graduação em Estudos da Performatividade no a.pass, em Bruxelas, instituto focado na investigação e na proposição de novas performatividades artísticas dentro de um contexto internacional. Entre 2017 e 2019, foi pesquisadora no programa Realty Sommerakademie Paul Klee, da Bern Academy of the Arts HKB (Berna, Suíça). Em paralelo às suas atividades como artista, desenvolveu, ao lado de diferentes instituições, projetos infraestruturais que encontram na escrita e em iniciativas educacionais ferramentas de expansão e experimentação dos conceitos incorporados à sua obra. Entre 2014 e 2017, foi responsável pelo espaço expositivo Casamata, no Rio de Janeiro, experiência que instituiu práticas de autogestão em seu trabalho. Em 2019, comissionada pelo Wiels (Bruxelas, Bélgica), apresentou a instalação multimídia “To all contributory factors”, que integrou a mostra coletiva “Open Skies”. Em 2018, compôs o quadro de artistas da 33ª Bienal de São Paulo: “Afinidades afetivas” e apresentou “Trama”, uma especulação institucional que assumiu diversas frentes – além da modificação do prédio da Fundação Bienal com a inserção de placas solares conectadas à uma mineradora de criptomoedas, o trabalho também envolveu a tradução de textos para a língua portuguesa, uma instalação e a apresentação de uma peça sonora. Em 2019, foi uma das artistas nomeadas ao Prêmio PIPA. Desenvolveu, pelo Strelka Institute (Moscou, Rússia) em 2020, pesquisas que deram origem ao ensaio “Face as Infrastructure”, publicado na Strelka Mag – The Revenge of the Real e ao projeto de legislação especulativa “Kosmos Law”. Desde 2021, Luiza Crosman faz parte da diretoria do Weird Economies (W.E), projeto de arte online que investe sobre a superação dos arranjos econômicos contemporâneos. Entre seus projetos e exposições recentes, destaca-se “Celeste”, sua primeira individual na Gomide & Co (São Paulo, 2022); o vídeo “Átropos Sky” comissionado pelo Media Lab/Matadero (Madrid, 2022); Casa-Escola Ool, programa imersivo educacional elaborado a convite da Casa do Povo (São Paulo, 2021); e “A garota do tempo”, vídeo-performance que integrou o Open-ended Encounters, iniciativa da Fundação Pro Helvetia com curadoria do coletivo aarea (Brasil, 2020).